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Oi, amigos! Trabalhando na área de educação tenho contato com crianças com diferentes necessidades especiais, inclusive na minha turminha de 2º Ano, tenho um aluno, 8 anos, com paralisia cerebral que tem sido um desafio pra mim. Entre outras dificuldades, ele tem comprometimento nos movimentos, é cadeirante, e não fala. Descobri que ele adora música. Enquanto as outras crianças fazem aula de flauta, ele canta do seu jeito. Ele é super simpático e todas as crianças são apaixonadas por ele. Eu também, claro! Bem, desde que o conheci, no início deste ano, fiquei muito envolvida com a área de educação especial, e curiosa para conhecer um pouco mais para poder ajudar meus alunos. No momento, estou fazendo um curso de formação em tecnologias da informação e comunicação acessíveis, voltado para a educação especial e oferecido pelo MEC. Enquanto estudo, vejo vídeos e filmes relacionados pra conhecer os tipos de necessidades e dificuldades com as quais lidamos na escola. Fiz uma seleção de alguns e recomendo para vocês. Mesmo que você não seja professor, é muito provável que conheça alguma criança o adulto que apresenta alguma dessas dificuldades. Vamos à lista:

Filme: Primeiro aluno da Classe

O tema do filme é a Síndrome de Tourette, que é um distúrbio no cérebro que leva o portador a emitir sons e movimentos involuntários e repetidos, tiques, reações rápidas. Nenhum portador de ST apresenta os mesmos tiques e é mais comum no sexo masculino. O filme conta a história real do professor Brad Cohen (Jimmy Wolk) que sofreu preconceito a vida inteira e superou, tornando-se um professor premiado. Vi esse filme hoje e garanto que vale a pena.

Filme: O escafandro e a borboleta

Jean-Dominique Bauby, redator de uma famosa revista francesa sofreu um AVC e ficou em coma profundo. Quando acordou, havia perdido todas as suas funções motoras, a não ser o movimento do olho esquerdo. Bauby vivia preso dentro de seu mundo, como em um escafandro, mas não se conformou. Usou seu olho para se comunicar e desenvolveu, junto com sua terapeuta, uma forma inusitada de escrever o que sentia. Foi assim que escreveu sua biografia, que veio a se transformar em filme.

Filme: Como estrelas na Terra: toda criança é especial

Filme marcante sobre dislexia produzido na Índia, conta a história de Ishaan Awasthi, 9 anos, que não aprende a ler e escrever, é distraído e apresenta comportamento fora do “normal”. Como forma de recuperá-lo, o pai o envia para um colégio interno e lá as coisas ficam piores, até que ele encontra um professor substituto de Arte que muda sua vida.Nota 1000!

Filme: Meu pé esquerdo

Algo impressionante nesse filme é o amor e cuidado da mãe de Christy Brown (Daniel Day-Lewis), algo que pode determinar a qualidade psicológica da criança com deficiência. Christy é um dos muitos filhos de uma humilde família irlandesa, tendo nascido com uma paralisia cerebral, movimentando apenas o pé esquerdo, com o qual escreve e pinta, tornando-se famoso e realizado. 

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Projetos para as crianças – pintinho para imprimir

Eu sou professora de séries iniciais e amo trabalhar com crianças do Ciclo da Alfabetização, pois amo alfabetizar. Minha turma preferida é a de crianças de sete anos, porque são mais independentes que as do 1º Ano. Elas aprendem com coisas concretas e por isso tenho sempre uma atividade legal para oferecer. Tenho um painel especial no Pinterest chamado Projetos Kids só com projetinhos pra fazer com meus alunos. Em 2013 vou fotografar nossas atividades e pubicar aqui no blog. Por enquanto vou mostrar algumas coisinhas encantadoras que as crianças podem fazer para aprender conteúdos importantes, fortalecer o aprendizado da leitura e escrita e desenvolver habilidades manuais. Começo com esse pintinho amarelinho que encontrei num site búgaro bem legal chamado Krokotak.

 

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Meu Dia Nacional da Alfabetização

Hoje, no Dia nacional da Alfabetização, tive a imensa alegria de ver um aluno do 2º ano da minha escola, o Richard, ler as primeiras palavras. Dois meses atrás, Richard estava no nível pré-silábico, de acordo com a avaliação que fiz. Depois de um mês, trabalhando com ele duas vezes por semana, com atividades adequadas e muita ajuda da mãe, Richard avançou para o nível silábico e hoje está no nível silábico-alfabético. Até o final do ano, aquele fofo vai estar lendo e escrevendo tudo. Não consigo parar de lembrar da carinha dele quando recebeu um monte de beijos meus e da Renata, secretária da escola. Ele, geralmente muito tímido, começou a falar sem parar, dizendo que a irmã dele tem livros em casa e que vai passar o feriado lendo. Alfabetizar é realmente uma missão muito nobre.

Papai e mamãe, vocês podem ajudar seu filho a ler e escrever. Vejam esse Guia feito pra vocês.

Conheça mais sobre as hipóteses de escrita da criança e conheça a professora que alfabetizou seus 32 alunos em um ano.

A lagarta virou borboleta – metamorfose

As crianças pequenas precisam ver e manejar para aprender, não funciona falar apenas como quando se ensina para adultos. Que tal ensinar a metamorfose da borboleta explicando cada etapa enquanto elas manuseiam esse brinquedinho? Todo o passo a passo para confeccionar você encontra no Toys from Trash.

A Lagarta, ou “larva”, sai do ovo da Borboleta. Come e cresce rapidamente, antes de passar ao estágio chamado crisálida ou “pupa”, durante o qual não se alimentará. A Borboleta adulta surge da crisálida. Neste ciclo biológico, o desenvolvimento do ovo ao “adulto” se processa através de várias mudanças de forma. Estas mudanças chamam-se “Metamorfose”. Via: Tudo sobre Borboletas

Fração borboleta

Fiquei curiosa quando vi esse método para adicionar e subtrair duas frações. Muito mais fácil que o tradicional, porque não precisa fazer o MMC e pode ajudar os que estão aprendendo esse assunto. Entendi assim:

1. Colocar as duas frações lado a lado e circular em diagonal o denominador de uma e o numerador da outra, desenhando as asas. Desenhar duas antenas, uma em cada asa como na imagem abaixo.

2. Multiplicar os números de cada asa e colocar na antena correspondente àquela asa. O desenho formado pela asa parece um sinal de multiplicação e sugere que os dois números sejam multiplicados.

3. Fazer um corpo para a borboleta, desenhando um arco entre uma asa e outra. Colocar aí o resultado da multiplicação dos denominadores.

4. Adicionar os números das antenas, se você estiver adicionando as frações. Subtrair os números das antenas se estiver subtraindo, claro. Colocar o resultado sobre o número do corpo. Simplificar, se preciso.

Fonte

Reforçando o relacionamento com a escola de seu filho

Mais um ano letivo começou e tenho aprendido que desde o início os pais devem se envolver para assegurar o sucesso dos filhos na escola. Como educadora e mãe,  acredito que esse é o caminho. Meus filhos estão numa escola nova este ano, bem grande e com ótimas referências, mas sei que nada disso vai adiantar se não tivermos aqui em casa uma organização para acompanhar o desenvolvimento deles: contato com a escola, apoio nas tarefas, horários determinados para as atividades escolares e para as extraescolares… Já visitamos a escola e conversamos com a orientadora sobre nossos filhos e sobre seus pontos fortes e fracos em relação ao aprendizado, sobre o que a escola pode esperar de nós e o que esperamos da escola. Mais importante, demos todo apoio e nos colocamos à disposição para sermos parceiros. Tenho informações sobre os professores e sobre a metodologia utilizada por eles nas aulas e na avaliação, leio e assino a agenda deles todos o dias e ligo pra escola uma vez por semana. Estamos aguardando ansiosos a primeira reunião de pais, quando conheceremos pessoalmente os professores e faremos perguntas que irão ajudar a reforçar nossa parceria e garantir o sucesso. O site Educar para Crescer elaborou uma lista com 10 perguntas que os pais ou responsáveis podem fazer aos professores para iniciar essa relação de parceria. Pergunte e, se possível, anote as respostas para avaliar durante o ano letivo como anda a proposta da escola, o desenvolvimento de seu filho e seu próprio acompanhamento. Clique para ler a explicação para cada pergunta.

1. Meu filho participa das aulas?
2. Como meu filho se relaciona com colegas, professores e escola em geral?
3. Devo ajudar nas tarefas de casa?
4. Como ajudar nas tarefas?
5. Como posso me integrar à escola?
6. Qual a rotina da escola em relação às tarefas?
7. Como a escola organiza comemorações?
8. Como a escola avaliará o avanço do meu filho?
9. Como é a comunicação entre a família e a escola?
10. Qual é a sua posição em relação a faltas?

Faça capa de cordel com bandejas de isopor

A professora de Arte da minha escola usou essa técnica pra fazer a capa do cordel dos alunos do 4º Ano. Olha só que interessante: ela usou uma bandeja de isopor para frios, daquelas do supermercado, um lápis, tinta e um rolinho de espuma. Pra imprimir sobre tecido, usar tinta de tecido e sobre o papel, usar tinta guache. Essa técnica pode ser usada pra fazer pintura em diferentes materiais, basta usar a criatividade. Já pensou em imprimir uma imagem criada por você e fazer almofada, quadrinho…?

Fonte: The Meta Picture

Você tem cérebro? Então, use-o!

Dentro de cada cérebro humano, há bilhões e bilhões de interconexões complexas, de neurônios e sinapses que a ciência mal começou a entender. Juntamente com o mistério da mente e do espírito, o cérebro humano se torna um laboratório tão vasto e intrincado que poderíamos trabalhar nele por um milênio e ainda assim apenas “arranhar a superfície”.  Ben Carson, no livro Risco Calculado, pág. 254.

Quando li as palavras acima na conclusão do livro Risco Calculado, de Ben Carson, comecei a pensar em como realmente tenho usado meu cérebro. Quando temos um problema aparentemente sem solução, ou uma crise de desânimo ou um momento de indecisão deveríamos nos lembrar que Deus nos dotou desse maravilhoso órgão cujo potencial é infinito. Sabe o que significa ter um cérebro e não utilizar? É como estar cheio de dívidas, ter um milhão de euros desvinculados na conta bancária e simplesmente ignorar.

Como educadora, fico estudando formas de estimular o hábito de leitura nas crianças e quando elas descobrem o prazer de ler… oh, que mararavilhoso mundo se abre para elas! Infelizmente, é muito difícil, até para professores, desenvolverem o prazer de ler. Isso é muito sério! Já ouvi professores dizendo: “Não tenho tempo”, “Tenho problema de vista”, “Eu odeio ler”, “Tenho mais o que fazer”, “Quando saio da escola, vou cuidar dos meus filhos”… Certa vez, numa escola onde trabalhei, uma professora ficou muito chateada porque foi convidada pra participar de um programa de leitura que estávamos promovendo.  Me preocupo sinceramente com nossas crianças.

A Bíblia já diz que “O povo perece por falta de conhecimento” (Oséias 4:6).

Acho que, como uma pessoa criada carinhosamente por um Deus maravilhoso, devo retribuir fazendo o melhor da minha vida. Preciso ter um projeto pessoal cujo objetivo seja crescimento e isso inclui a leitura, certamente. Às vezes estamos tão ocupados cuidando dos afazeres domésticos, dos filhos, dos desafios do trabalho, que esquecemos ou não achamos importante dedicar tempo a treinar o cérebro.

Das lembranças que tenho da minha infância, está minha mãe lendo, fazendo palavras cruzadas, montando quebra-cabeças de mil peças e nós, os filhos envolvidos nesses exercícios de treinamento cerebral. Eu realmente criei muito hábitos saudáveis na minha infância graças à minha mãe. Ela me ensinou a gostar de ler. Nunca tive dificuldades na escola, era boa aluna, mas só fiz faculdade depois que as crianças nasceram, porque meu marido me convenceu que eu poderia ir muito mais longe utilizando meu cérebro precioso. Acho que faltava isso pra eu acreditar. Depois que ele fez isso por mim, não tive dificuldades pra passar em todos os vestibulares que fiz: Letras e História na UEMA e Pedagogia e Jornalismo na UFMA, todos em excelentes colocações e sem fazer cursinho, já que a grana sempre foi muito curta. Recentemente passei em um concurso público bastante concorrido aqui no sudeste do país, em 4º lugar. Isso pode não representar muito para algumas pessoas, mas para uma mulher como eu, que trabalhava cerca de 10 horas por dia e cuidando da família e da casa é algo fora do comum. Acredito que posso ir mais longe. Quero avançar nos meus estudos, aprender um novo idioma, passar em outro concurso público, ler mais… Não dá pra saciar a sede de conhecimento.

No livro Sonhe Alto, Ben Carson diz que somente Deus pode limitar aonde nós poderemos chegar se usarmos todo o potencial do nosso cérebro. Ele conta que quando ele e o irmão eram crianças e reclamavam a respeito de algum problema que achavam insuperável, a mãe deles fazia uma cara de dúvida e perguntava: “Você tem cérebro?”. Ela estava insinuando: Se você tem cérebro, então, use-o! Isso é o que você precisa pra superar qualquer problema! 

Crie seu próprio cordel

Literatura de cordel é um gênero textual que está na moda e o site Educar para Crescer criou uma ferramenta para que você possa produzir seu próprio cordel. Muito útil para trabalhar com os alunos de todas as idades.

44 sites educativos para as crianças e adolescentes

As crianças passam muito tempo na internet, isso é fato. O ideal é que esse tempo seja menor e melhor dirigido pelos pais para que as crianças se divirtam e também aprendam. O site Educar para Crescer organizou uma lista de 44 sites educativos para ajudar as famílias nessa tarefa. Afinal, confiar que uma criança sozinha na internet não vá ter nenhum tipo de dano, é loucura total. Os perigos são muitos e todo cuidado é pouco, então, o melhor é sentar ao lado do filho e da filha e navegar junto com eles!! Confira a lista de sites neste link: 44 sites que divertem e ensinam.

Leia também: Criança Segura na Internet – 5 dicas preciosas

Bonecas de pano para personalizar

A Michelle, professora, leitora do blog, deixou um comentário super simpático e me falou do seu projeto para trabalhar identidade com seus alunos pequenos. Ela pretende fazer bonecos de pano personalizados com as características das crianças e me pediu sugestões. Encontrei algumas bonecas que podem ser feitas em tamanho pequeno, já que ela quer que as crianças usem como bottons. Pois bem, Michelle, aí estão as bonecas. Não têm moldes, mas são fáceis de fazer. Pra abrir a página de origem, basta clicar em qualquer uma das imagens.

Pra esses peladinhos aí faltam o cabelinho, a roupa e o rostinho.

Pra mim, essa é a mais fácil de fazer e de personalizar. Lindinha.

Que lindas essas com cabelinho de feltro! Na versão masculina, o corpo pode ser um retângulo.

 

Como ajudar seu filho a ler e escrever

Lembro muito bem da emoção que sentimos quando nossos filhos começaram a ler e escrever. Cada um deles tinha cinco anos… começaram cedo, mas naturalmente. O Jota me escrevia bilhetinhos carinhosos e lia todas as placas das ruas e os rótulos de produtos. A Kim certa vez escreveu a letra da música de campanha do candidato a prefeito da nossa cidade com todas as palavras grudadas… foi muito engraçado. Inesquecível. Acredito que as professoras faziam um ótimo trabalho na escola, enquanto que em casa nós incentivávamos os dois para que eles não tivessem dificuldades nessa etapa tão importante.

Como seria bom se os pais tivessem um guia para ajudar também seus filhos a ler e escrever! Bem, o site Educar para Crescer preparou o ABC da Alfabetização com dicas super legais para a família , tipo criar listas de compras com as crianças, deixar bilhetinhos ao alcance delas, ler para elas desde muito cedo, criar brincadeiras com as palavras e muitas outras… O guia está em ordem alfabética e cada letra tem várias dicas. Vale muito a pena ser lido e aproveitado, inclusive pelos professores, indicando-o para os pais.

O que estou lendo- Educação (Ellen White)

“Toda pessoa tem de enfrentar as realidades práticas da vida – suas oportunidades, suas responsabilidades, suas derrotas e seus triunfos. Como ela encarará essas experiências, e se haverá de tornar-se senhora ou vítima das circunstâncias, depende em grande parte de sua preparação para enfrentá-las – sua educação.”

Estou relendo agora o livro Educação, de Ellen White, que trata da educação como algo muito além do que conhecemos. Nossas ideias acerca de educação são demasiadamente acanhadas, segundo a autora, já que a verdadeira educação significa mais do que uma sequência de estudos, mais do que a preparação para vida presente. A verdadeira educação visa o ser completo e todo o período da existência possível ao homem. É o desenvolvimento harmônico das faculdades físicas, intelectuais e espirituais. Ellen White explica que a fonte da verdadeira educação é apresentada na Bíblia: Em Cristo “estão escondidos todos os tesouros da sabedoria”. Colossenses 2:3. Sim, o mundo tem “seus grandes ensinadores, homens de intelecto poderoso e vasto poder investigativo, homens cujas palavras têm estimulado o pensamento e revelado extensos campos do saber…” mas há alguém que Se acha acima deles, Jesus – o Sol da Justiça. “Cada raio de pensamento, cada lampejo do intelecto, procede da Luz do mundo”.Edição de 2001 Para refletir:

“A maior necessidade do mundo é a de homens; homens que não se comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao polo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus.” Educação, pág. 57

Para quê educação de qualidade?

Discurso da professora Amanda Gurgel sobre a situação da educação do Rio Grande do Norte. Ela disse o que todos nós, do Brasil inteiro, gostaríamos de dizer. Na semana que passou, o Jornal Nacional apresentou um retrato da educação nas cinco regiões do Brasil e não há muita diferença entre uma região e outra. Há diferenças entre uma escola e outra dentro de uma mesma cidade, por exemplo, devido a diversos fatores, entre eles, péssima administração por parte de gestores que tiveram indicação política.

Eu também pergunto, até quando o poder público irá deixar nosso País afundar mais na ignorância? Enquanto isso, o MEC distribui a jovens e adultos do ensino fundamental das escolas do país um livro didático que defende erros de concordância como “nós pega o peixe” e diz que o livro estimula a “formação de cidadãos que usem a língua com flexibilidade”.  O  que há com a educação no Brasil? Por que não defender os direitos das crianças que recebem péssima educação e dos professores que não recebem o suficiente nem para comer? Entendam, não tenho nada, absolutamente, contra os homossexuais, respeito-os como seres humanos e defendo que todos devem igualmente ser tratados com respeito, mas acredito que o Kit Gay que se pretende distribuir nas escolas públicas do Brasil para crianças de 7 a 10 anos poderia ser melhor pensado, para que, realmente, se tratasse do respeito e não do incentivo ao homossexualismo dirigido a crianças tão pequenas.

Sou pedagoga em uma escola pública depois de muitos anos anos trabalhando em uma grande escola da rede privada e ainda fico chocada ao conhecer os problemas de crianças que vivem em constante risco em suas comunidades por conta da violência, das drogas, da fome. Vejo o quanto nossos professores também se importam com elas e gostariam de fazer mais e até tentam, dentro da escola, ajudá-las a ter um futuro mais promissor, mas se não tivermos políticas que realmente contribuam para melhorar a qualidade da educação, como acontece em outros países, não iremos muito longe.

Se os políticos já perceberam que a única forma que eles têm para se perpetuar no poder é conservando o povo na ignorância, então pra que melhorar a qualidade da educação?

Besouros pra fazer com as crianças

Besourinhos de gesso pra fazer com as crianças em casa ou na escola, depois de uma gostosa aula de ciências sobre os invertebrados. Amei!

Depois é só pintar com tinta guache.

Link: Rainy Day Bugging Out !!!

Via Vila do Artesão, onde está o passo a passo em português.

Do que a gente vai brincar hoje?

Brincar com os filhos é criar laços. Quando eles forem grandes lembrarão com ternura do tempo que passamos com eles fazendo atividades divertidas. Além do mais, as crianças que brincam são mais saudáveis.  Pensando nisso, a Revista Crescer selecionou diversas brincadeiras para crianças de menos de um ano até os oito anos, pra dentro e fora de casa. São apaixonantes. Professoras, fiquem atentas: para as crianças, brincar é assunto muito sério e o pátio da escola é tão impotante quanto a sala de aula.

Veja também: 10 atividades para fazer enquanto a televisão estiver desligada

Clique na imagem pra ver as brincadeiras.

As ilustrações são perfeitas!

Porta-lápis feito com lápis

Lápis pequenos, papel cartão, cola de madeira, um pouco de paciência e está feito um charmoso porta-lápis. Colorido ficaria lindo também, embora eu prefira do jeito desse aí.

Alguém me diga se porta-lápis é mesmo escrito com hifen, por favor!!!

10 maneiras de economizar no material escolar

Olá, pessoal!!!

Estou voltando do meu longo recesso e trago dicas ótimas para os pais que estão comprando material escolar. Eu mesma não comprei ainda o material dos meus filhos do 6º e do 8º Ano, mas vou aproveitar todas as dicas pra fazer economia e me estressar pouco.

Foto: Robson Maia

1 – Faça um levantamento de tudo o que já tem em casa
O primeiro passo é pegar a lista fornecida pela escola e riscar tudo o que você já tem em casa. Materiais como tesoura, lápis de cor, compasso, régua, entre outros, não estragam e podem ser reaproveitados de um ano para o outro. Se você tem filhos em anos diferentes, o mais novo também pode usar livros didáticos que já foram do mais velho, desde que a professora não tenha adotado um livro diferente. “É preciso fazer uma análise criteriosa do que a escola pede e do que sobrou dos anos anteriores. Em geral, as famílias já têm de 10% a 30% do que está na lista”, afirma o educador financeiro Reinaldo Domingos.
2 – Recicle materiais
Depois de fazer o levantamento do que já tem e casa e pode ser reaproveitado, é hora de verificar o que pode ser reciclado. Uma boa ideia é customizar cadernos antigos que não foram totalmente usados. Se eles forem em espiral, você pode desmontá-los, juntar as folhas não utilizados de mais de um caderno, remontá-los, fazer uma capa nova – tudo com a ajuda da criança. Além de ser uma boa forma de economizar, reciclar materiais antigos tem outras vantagens. “A reciclagem desenvolve o espírito lúdico e ajuda a preservar o meio ambiente, o que pode ser mais um incentivo para as crianças”, diz o educador financeiro Reinaldo Domingos.
3 – Organize um projeto de troca de livros na escola
Assim como você, outros pais e mães estão enfrentando o mesmo problema nesse início de ano: a preocupação com os custos do material escolar, principalmente aqueles que têm mais de um filho. Uma boa maneira de atenuar os gastos é organizar um projeto de troca de livros em parceria com a escola. No Colégio Pio XII, em São Paulo, o projeto Bibliotroca funciona há seis anos e tem como foco, além da economia, o incentivo à sustentabilidade e à leitura. “Os livros raramente serão utilizados novamente após o ano letivo. É um investimento na Educação e não na aquisição da obra em si. Se podemos compartilhar esses livros, não há porque mantê-los ou, o que é ainda pior, jogá-los no lixo”, diz Mary Elizabeth Hine, coordenadora do projeto, que conta já ter economizado R$ 1,5 mil na compra do material dos três filhos graças às trocas feitas na escola.
4 – Faça uma reunião familiar
Depois de reaproveitar o material que sobrou do ano anterior e, se possível, trocar livros na escola, é hora de fazer uma reunião familiar. Pais e filhos devem decidir juntos quais serão os planos da família para o ano que está começando. Vocês podem planejar uma viagem, a aquisição da casa própria ou mesmo uma televisão nova. O importante é que os filhos façam parte dos planos e, se for o caso, entendam que terão de se privar de alguns pequenos luxos para que a família consiga viabilizá-los. Nessas horas, vale explicar por que uma mochila de grife pode ser muito mais cara do que uma mochila mais simples, embora muitas vezes a qualidade seja semelhante. “Participando dos planos da família e entendendo que há bons motivos para economizar, crianças e adolescentes tendem a aceitar com mais facilidade quando os pais sugerem a compra de um material um pouco mais barato”, afirma o educador financeiro Reinaldo Domingos.
5 – Faça uma pesquisa na internet
Antes de ir para a rua, é importante fazer uma pesquisa exaustiva na internet, de acordo com o educador financeiro Reinaldo Domingos. Entre em sites como o Bondfaro (www.bondfaro.com.br) e o Buscapé (www.buscape.com.br) e dê uma olhada nos preços. Faça tabelas para se organizar melhor. Esse passo é necessário para que você saiba se os preços que vai encontrar na rua estão bons ou ruins, mas não significa que você deva comprar pela internet. Após pesquisar na web e nas lojas, você avalia onde a compra será mais vantajosa. Mas preste atenção ao prazo de entrega e ao valor cobrado pelo frete nas lojas online. Outra desvantagem da internet é a impossibilidade de pechinchar, que é sempre uma arma poderosa na hora de conseguir o melhor preço.
6 – Junte-se a outros pais
Converse com as famílias dos colegas de seu filho e organizem-se para comprar o material juntos. Façam uma reunião para definir o que cada um precisa. Depois disso, vocês podem escolher um representante para fazer as compras ou mesmo ir em grupo. Quanto maior a quantidade de material a ser adquirido, maior é o seu poder de barganha. Um gerente ou um funcionário de loja dificilmente vai querer perder uma venda de material escolar para cinco crianças, por exemplo. Comprando em grande quantidade, portanto, você tem mais poder para negociar – no varejo ou até mesmo no atacado. “É possível economizar de 10% a 20% comprando no atacado”, calcula o educador financeiro Reinaldo Domingos. Outra boa ideia é reunir todos os pais da turma do seu filho e tentar comprar os livros diretamente com as editoras. Adquirindo muitos exemplares de uma só vez, é possível conseguir descontos.
7 – Procure zonas de comércio popular
Toda cidade grande tem sua zona de comércio popular. Em São Paulo, a mais conhecida é a Rua 25 de Março. No Rio de Janeiro, é possível encontrar preços mais baixos no Mercadão de Madureira. “Nessas horas, sair das zonas de classe A e B pode representar uma boa economia”, afirma o educador financeiro Reinaldo Domingos. Por isso, se o objetivo for economizar, esqueça o shopping center. Organize-se e escolha um dia para ir às compras. Se possível, vá pela manhã, pois as zonas de comércio popular costumam receber um grande fluxo de consumidores em busca de preços baixos. Em geral, as manhãs são (um pouco) mais tranquilas.
8 – Vá às compras sozinho(a)
Se ir ao supermercado com crianças já é complicado, imagine comprar material escolar. As crianças em geral são mais vulneráveis aos apelos publicitários e, diante de tanta oferta de material feito exatamente para seduzir esse público, é inevitável: ela vai pedir a mochila da princesa, o caderno do super-herói e muita coisa que talvez nem esteja na lista. “Não se deixe levar pelos desejos dos seus filhos, que vão querer comprar produtos da moda e que contenham imagens de artistas ou personagens de sucesso”, recomenda o educador financeiro Reinaldo Domingos.
9 – Pechinche
“Quando entrar na loja, é importante perder a timidez e pechinchar mesmo”, diz o educador financeiro Reinaldo Domingos. Segundo ele, deve-se entrar na loja com tranquilidade, conversar com o vendedor, perguntar o seu nome, elogiar a loja e, assim estabelecer, uma relação de confiança com o ele. Depois de separado todo o material que pretende comprar, é a hora de tentar um desconto. Pergunte quanto custa à vista e a prazo e tente conseguir condições de pagamento melhores. E não pense que são apenas lojas de bairro que podem dar descontos. Dependendo do valor da compra, grandes redes também oferecem preços mais baixos. Por isso, não economize na pechincha.
10 – Compre o material em partes
Se a lista da escola do seu filho for muito extensa e representar um custo muito alto para o seu orçamento familiar, uma boa alternativa é comprá-lo em partes. Converse com a professora dele e descubra o que será utilizado no primeiro semestre e o que vai ficar para o segundo. Assim, você pode comprar apenas uma parte do material agora e deixar a outra parte para julho. De acordo com o educador financeiro Reinaldo Domingos, parcelar a compra do material pode atenuar o impacto da despesa com o material escolar sem representar prejuízo para o desempenho da criança ou adolescente na escola.