Os primeiros cinco minutos

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Os primeiros cinco minutos que ocorrem entre as pessoas estabelecem o tom para tudo o que se segue. Por exemplo, um orador público tem poucos momentos para convencer sua platéia de que possui  realmente algo valioso a dizer. Se ele for cansativo e formal, seus ouvintes irão desligá-lo como a uma lâmpada, e ele jamais saberá a razão. Se pretende usar de humor durante o discurso, deve dizer algo engraçado bem depressa, ou eles não vão acreditar que pode fazê-los rir. A oportunidade do momento fica perdida. Felizmente, sempre que começamos uma nova interação, temos a chance de restabelecer a boa disposição.

Este princípio simples tem a ver também com os membros da família. Os primeiros cinco minutos da manhã determinam igualmente como a mãe irá interagir com seus filhos nesse dia. Rispidez ou queixas quando os filhos se reúnem para o desjejum irá azedar o relacionamento com eles durante horas. Receber os filhos com palavras bondosas e um lanche gostoso será lembrado durante décadas. No final do dia, quando um homem chega em casa do trabalho, a maneira como cumprimenta ou não cumprimenta a esposa irá influenciar o relacionamento deles à noite. Uma crítica tal como: ‘Outra vez ensopado de atum?’ estragará o relacionamento deles até a hora de dormir. Os homens que se queixam que suas esposas não são afetuosas nessa hora deveriam pensar nos primeiros cinco minutos em que se encontraram no fim da tarde. Eles talvez tenham perdido grande possibilidades com seus primeiros comentários impertinentes.

Tudo começa com os primeiros cinco minutos.

Extraído do livro Educando Meninos, de James Dobson.

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6 respostas em “Os primeiros cinco minutos

  1. Olá, gostei muito desse texto, muito interessante. Vou postar no meu blog, com os devidos créditos ao seu, se não se importar. Obrigada, um abraço.

  2. Ah, amiga querida,

    Tem várias outras situações em que os primeiros cinco minutos são fundamentais. Se eles não convencerem, as coisas não evoluem… rsrsrs
    Quanto à situação que descreveu, vivi isso na pele em diversas oportunidades dentro do meu trabalho. Na maioria dos meus “primeiros cono minutos” eu consegui pelo menos “enganar” a platéia. Outras vezes, não fui feliz.
    Mas a vida é assim, um perde-e-ganha, que precisamos aprender a não nos entregarmos na primeira derrota.
    Um beijo com saudades!

  3. Heloisa:

    Sempre que te visito, tenho a impressão de que saio do seu blog “enriquecida”. Penso que o amor e a amizade são construídos todos os dias e concordo plenamente que os primeiros “cinco minutos” são importantíssimos. Este texto é repleto de sabedoria.
    Estive viajando mas estou retornando com muitas saudades dos meus queridos amigos.
    Um abraço carinhoso.

  4. Lendo, assim, parece fácil. Mas não é.
    Cuidar exige vivência. Infelizmente só conseguimos cuidar de poucos instantes depois de termos destruído muitas oportunidades de bons relacionamentos. Ao menos comigo foi assim…
    Mas é uma luta constante de auto-aprimoramento. Conhecer-se, conhecer ao outro, conhecer o ambiente. Reconhecer. Respeitar. Amar. Cuidar…
    Quanto ao padrão, se são os primeiros 30 segundos ou os primeiros 5 minutos… seria bom pensar em primeiros 50 ou 60 anos…
    A beleza da vida está em saber viver construindo.
    Hugs!

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